O combustível da aceleração: a festa que marcou o segundo dia de aniversário

 

O segundo dia das celebrações pelos 24 anos da Igreja Verbo da Vida Petrolina foi marcado por alegria e uma  expressão viva da visão. Sob o tema “Uma cidade dentro da cidade”, a igreja celebrou aquilo que sustenta seu crescimento: pessoas conectadas, casas abertas e uma fé vivida de perto.

A tenda, que este ano ganhou alguns metros a mais, se transformou em um grande encontro de famílias: uma família chamada GC. Faixas, cores, sons e celebração marcaram o encontrão dos 107 Grupos de Conexão, que ocuparam o espaço como retrato fiel da visão. Cada grupo representava uma casa, uma história e um vínculo construído ao longo do caminho. Muitos lares reunidos, uma mesma fé compartilhada.

 

 

Em 2025, mais de 3 mil pessoas estão conectadas aos GCs, vivendo uma fé que ultrapassa o culto e se expressa em cuidado, discipulado, serviço e evangelismo. Mais do que números, celebrava-se uma história construída dia após dia. A Verbo Petrolina cresce porque escolheu caminhar junto, sem abrir mão do cuidado. Cresce porque escolheu fazer do relacionamento uma base espiritual, assim como Jesus fazia com seus discípulos. Os Grupos de Conexão seguem sendo o “nosso jeito de ser igreja”. O lugar onde quem chega encontra nome, família e pertencimento. Porque a vida não foi feita para ser vivida sozinha.

 

 

Em meio a esse clima de festa, a palavra ministrada por Fernando Leal trouxe direção e confirmou o tempo vivido pela igreja. Ao relembrar uma profecia do irmão Hagin, ele destacou que o momento atual exige resposta imediata ao mover de Deus. “O profético é para hoje. Esse é um tempo de separação, preparação e restauração”, afirmou o ministro.

 

 

A palavra apontou para esta estação a partir de três direcionamentos espirituais. O tempo de separação indica a necessidade de avançar sem carregar o que já não cabe na nova fase. Há decisões que precisam ser tomadas para que o próximo passo seja dado com liberdade.

Já a preparação foi apresentada como um tempo de ajuste e capacitação que vem do céu. Uma estação em que o suprimento não é fabricado, mas recebido. “Você está entrando em uma estação em que não vai fabricar o seu suprimento. Vai beber da chuva do céu”, declarou Fernando, reforçando a dependência do agir sobrenatural de Deus.

O tempo de restauração foi anunciado como promessa viva. Não apenas para o que ainda será construído, mas também para histórias interrompidas e áreas desgastadas. Cura e restituição marcaram essa direção. Ao falar sobre esse tempo, o ministro afirmou: “O Fabricante tem partes novas. Deus restaura até o que parecia irreparável”.

Por fim, a palavra apontou para o tempo do mais, da glória maior — uma estação em que Deus encurta caminhos, ajusta rotas e aproxima aquilo que parecia longe. O céu está próximo, e o mover já começou. Ao falar sobre a resposta da igreja, Fernando destacou que a alegria faz parte desse processo: “A alegria é um sistema do céu. Quando o som da alegria é liberado, o que está para acontecer é ativado”.

 

 

A alegria atravessou toda a ministração. O louvor subiu e a igreja respondeu. O espaço foi tomado por celebração e júbilo. Pessoas correndo, dançando, rindo. Uma resposta coletiva ao que estava sendo selado no espírito.

O segundo dia do aniversário terminou assim: com uma igreja em festa, uma visão em movimento e uma alegria que deu o tom de tudo. Uma cidade dentro da cidade, viva, conectada e avançando — casa por casa, vida por vida.

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